“Definitivo, como tudo o que é simples.

  Nossa dor não advém das coisas vividas,  mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamosContinuar lendo ““Definitivo, como tudo o que é simples.”

“Um dia a maioria de nós irá se separar…

…Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos…  Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim… do companheirismo vivido… Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre…  Hoje nãoContinuar lendo ““Um dia a maioria de nós irá se separar…”

No meio de tudo

Ando por ai, e no meio do percurso me deparo com uma barreira maior que eu poderia imaginar: Eu mesma. No meio de tudo, justo no meio. No meio de tudo, ou de nada. Não sei dizer. Não tenho pessimismo suficiente para jogar tudo para o alto e desistir, e nem um pingo de otimismoContinuar lendo “No meio de tudo”

De mudança

  Fiz as malas. Coloquei só o essencial e descobri que não precisava carregar quase nada. Peguei o caderno com o restinho de papel que havia sobrado, uma caneta, algumas fotos e coloquei tudo em uma mala. Parti pro desconhecido. A unica certeza seria o rumo. Nenhum. Tinha o mais importante: Meu coração e minhaContinuar lendo “De mudança”

Naquele momento

    Naquela momento ela sabia que era amada. Talvez todo mundo soubesse que era amada em uma hora como essa, mas ela sentia algo diferente. E a falta de palavras não a atormentaram dessa vez. Em vez disso, um sorriso foi preenchido enquanto a certeza de algo começava a surgir.   Mas vamos começarContinuar lendo “Naquele momento”

Sobre saudade…

Não tem Aurélio, professor Paquale ou Wikipédia que defina. Saudade não tem forma, gosto, tato, cheiro. É um abraço, um beijo, um aperto de mão vazio, um jogo a um que não pode ser jogado. É uma mistura de sentimentos, e mesmo assim ainda não há forma. Não há nada. Talvez a melhor forma deContinuar lendo “Sobre saudade…”