Quanto ao pessimismo alheio e todo resto

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Adicione um curso com pouca concorrência e quase noventa por cento voltado para lecionar, uma escola repleta de mimados e tenha uma situação quase comum: Preconceito e pessimismo alheio.
Dizer sobre o curso que pretendo fazer em uma faculdade é sinônimo de passar fome e olha que ainda nem escolhi o que quero fazer. Seria mentira dizer que não me preocupo com a renda no meu bolso no final do mês, mas não é algo que me faça desistir dele.
“Mas quem faz esse curso, noventa e nove por cento passa fome, faz medicina”. “Eu serei o um por cento que fará um banquete”, rebato com o sangue fervendo nas veias. E um “ps” aos leitores sofistas existentes por ai, as réplicas não são feitas no intuito de preocupação com meu futuro, e sim devido a mentalidade que só os cursos de medicina e direito prestam. Vai entender, né? Tenho uma mentalidade quase ingênua a objetivos: Se você for o melhor, você conseguirá destaque. Penso que em toda profissão se você obter melhores resultados, irá ser o melhor, e consequentemente ganhará prestigio. Mas ai vem a parte maliciosa da história: Eu sei que para fazer isso vou precisar RALAR em muito.
Entendeu o meu raciocínio? Agora estenda isso para o resto da sua vida. Plante esforço, e ganhará prestígio. Quando ao pessimismo alheio? Faça o mesmo que a foto ali, logo acima. Apenas uma sugestão.

E se?

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Decidi, depois do pseudo apocalipse parar de ser tão… previsível. Parei, por algum tempo, para pensar minhas atitudes, e algumas não condizem com o que eu quero. Sabe, sempre tentei fazer as coisas de um jeito, e não estão dando certo. Vou tentar fazer as coisas erradas dessa vez, e me surpreender e ver se sai alguma coisa positiva.

Cansei de jogos, brincadeiras, cansei de esperas. Cansei de ficar cansada. Quero correr atrás, quero lutar, e quero conseguir. E vou ralar o que for preciso para isso.

Eu vou ser diferente. Vou ser a história, vou inspirar alguém. Vou parar de ver o lado negativo de tudo, e começar a ver qualquer rastro de bondade que exista. Talvez eu quebre a cara, mas vou ter a certeza que fiz meu melhor, e agi da melhor maneira. Vou parar de ter vergonha de mostrar quem eu sou, de fingir quem eu sou. Vou parar de fazer planos mirabolantes que só vão acontecer daqui um ano, e vou fazer o presente acontecer. Vou ter história para contar. Vou viver.