#Top5 dos lugares que eu conheço ou vou conhecer

#5 Gold Coast
1

Paraíso dos intercambistas e surfistas brasileiros, a Austrália está em primeiro lugar dentre os países que eu mais quero conhecer. Espero que se realize logo! Estou acertando para estudar lá um mês em janeiro!



#4 Los Angeles

2

La la land machine… A terrinha dos astros sempre despertou meus interesses. Além de abrigar a primeira Disney do mundo, o lugar é palco do cinema mundial, uma das minhas paixões! Conhecer estúdios, participar dos talks shows e andar de limo me sentindo a super star do pedaço está na minha wish list!



#3 Tahiti

3

Desejo que só vou realizar quando estiver de lua de mel. Gente, que lugar paradisíaco é esse? Coisa de outro mundo a água cristalina e esse hotel que deve ser baratééssimo né? $$$. A natureza é coisa de outro mundo mesmo!



#2 Paris

5

Paris é charmosa, linda, e cheirosa. A Torre Eiffel é a coisa mais linda desse planeta, mas só mudaria a estação: Não iria no inverno e sim na primavera! Fazer um piquenique nos jardins floridos e andar as margens do Rio Sena ainda vão me levar de novo a terrinha mais visitada do mundo.



#1 Disney

4

Os parques de Orlando são coisas de outro mundo! Estrutura perfeitas, brinquedos para todos os gostos e adrenalinas, os melhores temas, as comidinhas mais diferentes, e para mim o lugar mais perfeito de todos os tempos. Só de falar meus olhos começam a brilhar e a vontade de juntar a grana para ir também!

Trilha sonora do dia

MATT

Existe sensação mais gostosa que descobrir um cantor novo? Adicione essa deliciosa sensação a uma musica folk, voz calma e um vocalista lindo, loiro, com olhos claros e sorriso de lado. Piraram junto? O cara é Matt Walters! Um australiano que ainda vai fazer muito sucesso. Ele é desconhecido no país de origem mas faz sucesso para os ligados em musica alternativa no mundo inteiro. Diferente né? Confiram:

Todo mundo tem uma “amiga” vadia

td mund

 Venho desabafar – como sempre – em palavras para não explodir de forma errada. Errada em forma de socialização, porque seriam um dos maiores “erros” que eu gostaria de cometer. Como o próprio título diz: todo mundo tem uma amiga vadia. E se não tem… não se vanglorie. Essa fato nada gostoso de vivenciar ainda vai aparecer na sua vida. Seja no seu futuro trabalho. Na sua próxima sala. No curso de inglês. Por ai vai. Sempre vai existir alguma conhecida para deixar nossa vidinha mais amarga. Do pior jeito.

Não vou nem frisar o quesito caráter de dormir com vários e expor a imagem ao ridículo. Isso vai de cada um. Nem frisar que é falta de neurônio se embebedar quando você é a unica mulher da roda. Ok, ok. Vamos relevar. Conhecemos o efeito da bebida mas não do nosso organismo. As vezes o álcool desce tão rápido que só percebemos o efeito quando acordamos com uma baita dor de cabeça no dia seguinte. “Não frisados” a parte, vamos ao ponto principal: Essa coleguinha vadia vai vir acompanhada de uma característica principal: Cinismo.

A pior coisa (e que sempre me irrita) são as pessoas que não assumem seus atos e encarnam a madre Tereza. Finge que é santa, pura, intocável e espiritual. Só que por trás dessa mascara existe uma menina (nunca mulher!) que aceita qualquer cantada barata. Se submete a qualquer pessoa. E se exibe para qualquer um. Nunca achei que isso fosse mulher de verdade. Para mim, pessoas que agem desse jeito, nada mais são que crianças que esqueceram de crescer e não sabem lidar com a situações e decidem a pior válvula de escape possível: Ser oferecida. Até para o namorado dos outros. Ah, outra forma de reconhecer essas dai é ouvir o bordão: Não é meu namorado mesmo! E pior não é nem isso, quando você estiver na fossa e for tentar conversar com ela, ela será o tipo de amiga que tem um compromisso inadiável e que fala com você depois. Mas não fala. Ele vai ser o tipo de amiga que na balada marcada só com ela, vai desaparecer com o menino, e a carona que tava marcada vai ser esquecida e trocada por uma ida ao motel.

Falsidade também define essas pessoas. Você sempre descobre as artimanhas dela por alguém. Que ela “””ficou””” com tal pessoa. Que saiu para tal lugar. E se você perguntar a dita mente. A que eu conheço é tão cínica que ela mente de forma tão descarada para a mãe dela que o rosto nem mexe. Frequenta a igreja e crítica as safadas lá. Sai escondido sempre.

Não consigo entender o que se passa por uma pessoa que tem a vida repleta de mentiras. E uma vida repleta de mentiras gera uma pessoa sem conteúdo. Um adulto a mais para fazer peso na Terra. Se uma pessoa que você conhece se encaixa em algum quesito, cuidado! Vai por mim, a melhor coisa que você pode fazer é se afastar. Fugir. Bem longe.

“Porque a piriguete não mexe comigo…

pq piriguete

Adoro mulher linda e gostosa. Mesmo. Mas para esse texto se aplica aquele bordão: ‘uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.’

Uma coisa é a mulher bonita que sabe disso e sai de saia e bicicletinha porque ela quer assim e foda-se você. Outra coisa é a mulher que não sabe a beleza que tem e vai buscar aprovação alheia diminuindo o tamanho das roupas.

Sedução não é só cinco centímetros a menos no vestido. É voz. É boca. É o papo sobre aquela banda. É o BEIJO na bochecha e não a bochecha na bochecha. É o ‘não’ que significa ‘não’ simplesmente porque estou lidando com uma mulher de personalidade. Adoro mulher que rebate.

E não, não sou ciumento com roupas curtas e provocantes. Quem já namorou comigo, sabe.

A piriguete, pra mim, é como a criança que não sabe como conseguir o Danoninho e se joga – aos berros – no corredor do mercado. Há algo ali gritando ‘olha pra mim, olha pra mim’.

Ao longo da vida eu adquiri a tendência de preferir as mulheres mais bem-resolvidas. As que não precisam gritar; nem com a boca, nem com a roupa. Sempre desconfio daquela que não sabe brincar de ‘mostra-esconde’, ou seja: se mostra o peito, esconde a coxa, se mostra a coxa, esconde o peito. Não acho que ela seja vaca, puta, rodada ou qualquer nome que você queira dar (e mesmo que seja, isso é problema só dela). Apenas desconfio que ela tem poucos argumentos em um jogo de sedução. Afinal, gastou a manilha logo na primeira rodada. A piriguete é um anti-jogo na sedução.

Não que as 267 fotos de biquíni ou micro vestido no álbum do Facebook não me chamem a atenção. Chamam sim. É que, conforme vivi, aprendi que aquilo dito no meu ouvido me transforma mais do que o dito aos meus olhos. Quase um tesão musical. Apenas fiz a minha opção.

Não que sexo na primeira noite transforme alguém em piriguete. Aliás, acho que é o contrário: me parece que a piriguete se contenta em gastar a sensualidade na telinha e seus likes ou na baladinha. Ela esquece da cama, se torna mulherzinha.

Ao contrário do que possa parecer, esse meu texto não vem de um subconsciente machista atuando em um discurso fantasiado. É apenas aquela sensação estranha de ‘cão que ladra, não morde’. E eu quero mordida. Muitas.”

Fabio Chap, do blog fabiochap.wordpress.com

Trilha sonora do dia

Mikky Ekko

E mais uma trilha sonora do dia para fechar o domingão né. Quem ai está animado para essa semana? Eu que não! Então, nada como indie com pegada pop para me deixar com relaxar, né? Apresento-lhes: Mikko Ekko! O cara é tão fera que a dyva Rihanna fez parceria com ele na musica “Stay” (que por sinal é perfeita)! Quando pequeno andou o Estados Unidos inteiro com seu pai que era Pastor, até que decidiu seguir seu sonho e foi para Nashville. Quando começou a cantar era fã de Capella (sem instrumentos <3). Ouçam o som do cara (e babem!):

Aprendizado

Aprendiz

Aprendi muita coisa depois das experiências que vivi. Já amadureci bastante, também. E amadurecer dói, dói muito. Já fui traída por uma amiga que eu considerava próxima. Já quebraram meu coração. Já me esqueceram depois de uma ficada que eu considerava mais que uma ficada. Já sofri bullyng. Já percebi que ás vezes ninguém percebe que você tá triste. E já percebi que as pessoas são muito egoístas. Que ser feliz demais incomoda. Aprendi errando, e acertando também. Principalmente quando aqueles acertos para mim eram com gostinhos de erros… quando meus acertos foram com atitudes que eu não gostaria. Acertei quando queria ter errado, quando percebi intenções de gente má. E também já errei com gostinho de acerto. Quando percebi que olhei com visão pessimista e algo se concretizou da maneira que não imaginava. Vivo dizendo que não gosto de surpresas. Mas me surpreender positivamente é muito bom. O problema é isso acontecer. Quase nunca acontece. E quando esse “quase nunca” se concretiza, a decepção vem junto. Decepcionar… Um dos piores verbos criados pela língua portuguesa. Ou pelo seres humanos. Sei lá. Entender eles é tão difícil. Não consegui ainda nem entender a mim mesma. Vivo por ai, andante, confusa, aprendiz. Da vida.

%d blogueiros gostam disto: