#TOP5 de coisas sobre mim

#5 Sou baixinha1

Já me imaginaram alta, com 22 anos e rosto de adulto. Que nada. 1,57 e tenho a maior cara de baby! Sempre achei um saco ser baixinha, mas agora eu simplesmente amo…

#4 Amo teoria da conspiração

2

Qualquer uma! De sociedade secretas até os EUA dominar o mundo… Sei a maioria!

#3 Sou muuuito organizada e arrumar as coisas para mim é prazer!

3

Isso vale para decor também, viu? Amo mudar as coisas do meu quarto de lugar, e ir em lojas de decoração. Ah, já falei que no meu armário minhas roupas são separadas por cor? Pois é.

#2 Sou louca por final de tarde

4

Na minha cidade é lindo, e quando o sol se põe é um espetáculo a parte.

#1 Sou hiperativa e não paro quieta um minuto!

5

Sou muito ansiosa e adoro me movimentar! Converso demais, e sempre quando tô sentada fico com o pé mexendo ou a mão. :P

Trilha sonora do dia

The New Limb

Pode me chamar de boba, mas quando mais desconhecida e boa a banda, mais valiosa ela é para mim. É muito gostoso descobrir um som diferente e inédito para todo mundo. Isso aconteceu com o The New Limb. Os seus vídeos tem 32.000 visualizações, e o som deles é muito fera. É uma mistura de rock, folk, indie, pop e alternative. Cada musica tem um jeitinho diferente. E isso que faz eles tão especiais. <3. E ah, preciso dizer como eu amei o estilo da vocalista? Linda!

20/06/2013

QUIIINTA

No começo de junho eu nunca imaginaria que uma quinta feira poderia ser inesquecível. Nem passaria pela cabeça que a maioria dos estudantes protestaria na rua. E que vinte centavos faria a diferença. E muito menos que seria o estopim. Mas foi. Fiquei sabendo do primeiro dia de protesto pela internet… Aquele que foi super violento. No momento em que as pessoas gritavam “sem violência” e bradavam “vem para rua” fiquei arrepiada, e senti uma sensação inédita… Patriotismo.

Passei a semana inteira alternando entre a cobertura em um desses canais de jornalismo e na internet vendo notícias (as reais) e comentando sobre isso. Vide meu twitterQuando fiquei sabendo do protesto que teria na minha cidade fui correndo perguntar para minha mãe se podia, mas a reposta foi clara: Não. Era segunda feira e o protesto tinha tomado proporções inimagináveis. Invadiram o congresso, lotaram a Paulista, e encheram o Rio de Janeiro. Via tudo aquilo e me emocionei diversas vezes. Queria participar disso. Queria ser parte da história. Ainda na segunda feira, fiz propaganda na escola. Os professores não comentavam muito sobre o assunto por ser uma escola meio “burguesa” e quase ninguém sabia o que era PEC 37. Faltei na terça e na quarta o colégio inteiro só falava disso. Mudou drasticamente. Tudo. Separei o dia para insistir para ir no protesto. A reposta era sempre não.

Na quinta tudo mudou. Do nada minha mãe deixou eu ir. Eu fui. De blusa branca, cara pintada e bandeira no braço. Comi uma barrinha de cereal para ter toda energia do mundo. E não é que eu tive? Não parava de gritar e pular e isso custou eu ficar de cama no dia seguinte. Andei uns 20km. Sério. Meu colégio era meio perto do ponto de encontro e umas trezentas pessoas foram andando até lá. Coisa linda de se ver. Chegamos cedo, e esperamos  começaram a passeata enquanto todo mundo gritava “vem pra rua” e “sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”. Um menino subiu em cima do ponto de ônibus e ficou fazendo gracinha, e soltaram uma bomba que só faz barulho. Fiquei com medo. Logo começaram a vaiar e bradar: “sem violência”. Sou meio medrosa e então eu e mais 5 amigos fomos para ponta do pessoal caso tivesse que correr e fosse violento.

Posso dizer com alegria: não foi. Em todo percurso sequer não vi uma briga. Era só alegria. Só hino. Ah, o hino! Todo mundo gritando, segurando a bandeira do Brasil e com cartaz. Tentei puxar alguns corinhos, e só um funcionou (#win!). E era gente de todo tipo. Do meu lado tinha um cadeirante, um pouco antes um pai com a filha, e um senhor. Tanta gente diferente unida por um único objetivo: Mudar o Brasil. E mudei. Fiz parte do livro de história, apareci na TV e senti orgulho por ser Brasileira.

“Tenho uma alma muito prolixa…

tenho uma alma

… e uso poucas palavras; sou irritável e piro facilmente; também sou muito calma e perdôo logo; não esqueço nunca; mas há poucas coisas de que eu me lembre; sou paciente, mas profundamente colérica, como a maioria dos pacientes; as pessoas nunca me irritam mesmo, certamente porque eu as perdôo de antemão; gosto muito das pessoas por egoísmo: é que elas se parecem no fundo comigo; nunca esqueço uma ofensa, o que é uma verdade, mas como pode ser verdade, se as ofensas saem de minha cabeça como se nunca nela tivessem entrando? Tenho uma paz profunda, somente porque ela é profunda e não pode ser sequer atingida por mim mesmo; se fosse alcançável por mim, eu não teria um minuto de paz; quanto a minha paz superficial, ela é uma alusão à verdadeira paz; outra coisa que esqueci é que há outra alusão em mim – a do mundo grande e aberto; apesar do meu ar duro, sou cheia de muito amor e é isso o que certamente me dá uma grandeza…”

Clarice Lispector

Anoitecer

anoitecer

A noite chegou diferente hoje. O clima tá mais nublado, gelado e acolhedor. Talvez tudo em volta decidiu se adaptar ao nosso amor e acolher o nosso dia de forma especial. Eu me deito em seu colo, enquanto as conversas nunca param com os diversos assuntos que vão aparecendo de forme espontânea. Você vai sussurrando frases monossilábicas e quando vejo já estou hipnotizada – de novo! – pelo seu olhar. O frio parece competir com o calor do momento e a única coisa importante é eu estar com meus lábios nos seus. A conexão entre nós se intensifica e nesse meio tempo eu suspiro por amar você tanto assim. Você parece ler minha mente quando repete isso em voz alta e acrescentar o quão sortudo é. Era um desses sábados em que o por do sol decide ficar mais bonito, colorido e inesquecível. Era um desses sábados em que duas almas distintas se transformavam em uma só.

Trilha sonora do dia

Local Natives

Como esqueci dessa tag! A trilha sonora do dia é uma das minhas preferidas… abriu minha cabeça para muuuitas bandas legais e que agora são minhas preferidas (quem lembra da pentatonix?). Hoje, para variar um pouco, o gênero vai ser… thanãããã… Indie!! O Local Natives é de L.A <3. Seu álbum de estréia, Gorilla Manor, foi lançado pela primeira vez no Reino Unido em novembro de 2009, e mais tarde lançado em os EUA em 16 de fevereiro de 2010. O álbum recebeu críticas positivas e estreou na Billboard 200 e em 3 º no New Artist Chart. As musicas são bem calminhas e numa vibe meio relaxante e melancólica… para escrever um texto nada melhor. Confiram:

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