Platônico

Tenho uma epifania cada vez que encontro seus olhos. Tento agir normalmente mas o magnetismo me embriaga com desejos que percorrem cada centímetro do meu corpo, pulsando pela necessidade de te experimentar. Seria tal desejo esse desenrolado em algumas linhas ou em parágrafo por completo (ou vários deles)? Talvez eu não seja lá tão errôneaContinuar lendo “Platônico”

Conto de fadas

Raramente confio a alguém a acessibilidade aos meus pensamentos mais íntimos.  Meticulosamente e com artimanhas, poucas conseguem desbravar os mistérios que interessam a – quase – ninguém. Confiei em tua lealdade, teu zelo e tua atenção. Gradativamente me expus, me livrando de qualquer aflição e me vi nua. Liberta de qualquer faceta. Desacredito em contos de fadas, históriasContinuar lendo “Conto de fadas”

Desconhecido

De todas palavras aqui traçadas, poucas foram endereçadas a mim. Me encontro nos subterfúgios da própria solidão e em consciência de minha lucidez, prezo pela desalinho dos meus pensamentos e a inacessibilidade de expressa-los em um papel em branco. Gosto de colisões. Minha faceta masoquista coincide com a racional. Me compreendo mais ao andar pelasContinuar lendo “Desconhecido”

Antropologia

Pensamentos tecidos em confusões medíocres e exacerbadas disturbando uma mente que preza pela sanidade. Questiono o exagero do meu próprio núcleo, gritando pela minimidade do que realmente é e transformando os quarks dos meus erros em um universo inteiro. E me indago e ainda sem conclusões, em que ponto houve a tênue diferença do meu olhar. O pequeno se metamorfisouContinuar lendo “Antropologia”