Covil

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Quase sempre tento fugir. Me deleito em um mundo tão particular que não há sinal de fechaduras ou qualquer senha para que os convidados adentrem. Esse mundinho se resume a mim, as minhas digressões e um sossego da vida real, das pessoas e dos meus problemas.

Consigo esquecer um pouco qualquer anseio por grandes mudanças, grandes pensamentos ou grandes questionamentos… tudo tão hiperbólico que me consome sem chances de tranquilidade. Como se toda minha vida se dissolvesse em minutos e eu tivesse que correr contra os milésimos para que tudo que eu tanto anseio se concretize.

No final das contas eu fujo, mas não do lugar físico, não da minha casa, não dos meus amigos, não da minha família. Eu fujo de mim. E dessa pressa corrosiva por instantaneidade.

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