O que eu costumava ser

era

 Sempre fui uma convicta apaixonada. Apaixonada, mil vezes apaixonada. Sempre precisei daquele oxigênio alheio. Quem se apaixona fácil entende um pouco isso. Era acostumada a ver o lado bom de todo mundo. De amigos. Colegas. Amores. De todo mundo. O lado bom, e SÓ o lado bom. Desprezava os defeitos e enaltecia as qualidades. Sempre. Talvez por um tempo fui assim… feliz por depender da felicidade de alguém, e triste pelo mesmo motivo. Por um tempo. Esse tal do tempo passou, e na mesma lentidão, fui desapegando e fui me colocando em primeiro lugar. Egoísmo? Que seja. Percebi que a unica pessoa que nunca vai me decepcionar… será eu mesma.

2 comentários em “O que eu costumava ser”

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