Fotos da semana

E mais um sábado chegou. Dessa vez escolhi o talento e jovem Chase Jarvis para inspirar um pouco com a sua fotografia. Sente o nível do cara: A Photo District News (PDN) Magazine nomeou ele um dos 30 melhores fotógrafos mais influentes da última década. Ele trabalha para empresas apenas do nipe da Apple, Nike, Volvo, Emirates e Red Bull. Eu gostei muito do talento do Chase em captar a essência do movimento, e da melhor forma. Confiram:

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O poder do foda-se

o poder do foda-se

Peço perdão a palavra de baixo calão. Mas modifico e credito a Derci Gonçalves uma frase que define bem minhas desculpas não ressentidas: As vezes só um palavrão resolve.

Foda-se é muito mais que um palavrão. Foda-se é uma filosofia de vida. Não levado ao pé da letra no sentido do mais baixo calão que a própria palavra tem (entendedores entenderão), mas no contexto de não ligar.

Vendo umas fotos antigas, percebi o quão mais feliz eu era quando era no auge do meus quinze anos: Usava shorts sem me preocupar com celulite, usava regada sem me preocupar com braço, penteava meu cabelo e saia feliz. Minha estima era e melhor e eu mais desencanada. Era mais fútil. Me preocupava com popularidade. Mas era menos desencanada com meu corpo.

O tempo passou, ganhei um celular com acesso a internet e puts: Baixei o Instagram. Blogueiras entiquedas e travestidas com marcas que são mais caras que os salários do meu pai (Uma bolsa Birken, da grife Hermès, custa – pasmem – vinte e um mil, e acreditem se quiser: você tem que ser “convidado” a comprar). Com ela reacendeu meu consumismo e confesso que o desejo do corpo e do closet.

Comecei a ficar mais exigente. Me preocupar mais com cabelo. Perna. Bunda. Braço. Barriga. Pele. Sobrancelha. Unha. Tudo. Exagerei na dose e nessa fase ficava dias sem comer para ter o “corpo ideal”. Nem preciso falar as consequências né? Gastrite, dor de cabeça, mal humor e cansaço.

Não acho vaidade seja ruim. Tudo tem limite e só descobri o meu um ano atrás, quando criei o blog. Nessa fase de auto-conhecimento me descobri e comecei a focar em mim. Internamente. Defini minhas prioridades, princípios, o que eu acho certo e o que eu acho errado. Parece óbvio, mas estipular isso foi fundamental para meu amadurecimento… Não que eu seja uma estátua e nunca mude de opinião. Mas os fundamentos quase sempre são fixos.

Com valores formados, agora mesmo, olhando as fotos antigas percebi o quão eu preciso “ligar o foda-se”. Me preocupar menos com detalhes e focar em usar o que eu gosto, vestir o que eu quero sem me estressar tanto ou ficar encanada. Cuidar do corpo é ótimo, faço exercício quatro vezes por semana para ter o corpo que eu quero, mas até lá vou me privar de tudo por não ter um corpo perfeito?

Não. E foda-se.

Mutável

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Noventa e nove por cento do nosso tempo decorre sem sequer deixar sinal de que passou. Segundos transformados em minutos, que viram horas, que viram dias, que viram meses. Sobram míseros um por cento nessa conta. Essa pequena fração muta o tempo e faz com que ele transcenda os ponteiros do relógio e permaneça por um boa duração – aquela que parece ser eterna  – no coração e nos pensamentos.

O tempo é também um veneno: Pode ser decisivo. Transformar tudo. E nada mais voltar a ser o que era antes.

Momentos assim se arrastam ou voam. Decisões. Pessoas. Lugares. De repente o tempo não é mais tempo. São pontes para novas experiências que só dependem dele mesmo para passar. Os segundos que antecedem o vestibular. O adeus a uma pessoa querida. O ultimo beijo. O ultimo abraço. Últimos ou primeiros: O primeiro olhar, o primeiro encontro, a primeira vez. Extremos.

O tempo é imutável e mesmo assim muta. Tempo são momentos. Aqueles que vão fazer uma lágrima ou sorriso brotar cada vez que seu pensamento lembrar de algo… ou alguém.

#TOP5 DE DIY DECOR

capa

Para quem não sabe DIY é abreviação para do it yourself (faça você mesmo)! E como vocês amam decoração, resolvi juntar decor + diy (<3)! Nada como personalizar e dar ao nosso espacinho o nosso jeito, né? Sem gastar muito então, melhor ainda! Percebi que existe muita coisa na nossa casa sem utilidade e que pode servir de decoração  (selecionei até um DIY com rolo de papel higiênico… pasmem!). Escolhi cinco vídeos dos meus vídeos favoritos que mostram exatamente isso! Eles são em inglês, mas bem tranquilos de entender, já que o processo é detalhado pelo vídeo… Aproveitem as dicas!

 

#5 Jarrinha florescente:



#4 Colagem de fotos e pisca-pisca fofo:Continuar lendo “#TOP5 DE DIY DECOR”

Erro

erros

A solução para a maioria dos problemas é o tal do tempo. Mas quase não sobra sequer para as dez horas de sono, o que dirá para tomar decisões sensatas e certeiras. É ter a solução e não conseguir resolver o problema. É viver e não respirar.

O que me resta são decisões precipitadas e quase sempre erradas. Escolhas erradas me levam para lugares errados, pessoas erradas, caminhos errados e momentos errados. Tantos erros que me moldaram e fazem de mim o que sou agora. Pensando bem… erros são mais conhecidos que acertos. Acertos passam por nós tranquilamente, sem nenhuma barreira, sem nenhuma lágrima. Dura cinco minutos com uma sensação de vitória inconfundível, sorriso no rosto e com o coração pulando de felicidade. Erros não. Erros são duros, feitos de concreto. Passa raspando. Fere todas as partes do nosso ser e quase sempre modifica o que toca. Nos fazem mais fortes. Menos crentes. Erros nos fazem mais duros. Quase feitos de pedra. Nos ensinam da maior maneira. Com pancada.

Talvez se o tempo não fosse tempo não existiriam erros. E sem erros só há inércia.

“Quero colo. Exatamente assim…

quero colo

… Pesada, sufocada. Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções.

Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros … quero parar de me doar e começar a receber.

Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre virgulas, aspas, reticências… eu vou gostando… eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos… e vou… dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem para me dar.”

Caio Fernando de Abreu

 

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