Trilha sonora do dia

Youth Lagoon

Indiezinho apaixonante! É assim que eu posso definir Youth Lagoon, o  é o nome artístico do músico californiano Trevor Powers. A pegada dos seus clipes e da sua musica são super diferentes, meio mística e psicodélica. Combinado com uma sensação diferente, aquela vibe mesmo! É exatamente isso que ele propõe e quer. Confiram:

““Pensando bem em tudo o que a gente vê…

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… vivencia, ouve e pensa, não existe uma pessoa certa para a gente. Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho! Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre a gente está precisando das coisas certas.

Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor… A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira. A pessoa errada é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas. Essa pessoa vai tirar seu sono. Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você. Vai estar o tempo todo pensando em você.

A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa. Nada aqui é certo! O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo… E só assim, é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: “Graças a Deus deu tudo certo”. Quando na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito para a gente…”

Luis Fernando Veríssimo.

Trilha sonora do dia

CHLOE Howl

Quando é quinta-feira, me vejo na obrigação de indicar alguma cantora ou banda que te faça ter vontade se jogar para dançar e aproveitar o final de semana. A britânica Chloe cumpre bem essa papel, e inacreditavelmente com batidas simples e uma voz fofa. Os clipes são basiquinhos mas super bem feitos. Ela fez tanto sucesso, que com apenas 18 anos já chamou atenção da Columbia UK.

As ultimas palavras

o ultimo adeus

Agora que você se foi, posso enxergar com clareza. Posso enxergar sem o encantamento que você me proporcionava, sem o brilho dos seus olhos nos meus, sem seu perfume, sem seu abraço. Agora, posso enxergar a verdade.

Aquela verdade. A dolorida. A verdade que não se camufla nos bons momentos, nos sorrisos e na ilusão. A verdade que me fez sofrer pra caramba, escrever mil textos e a deixar meu coração com uma marca que talvez não saia. Pude enxergar que todos os defeitos se aplicavam a você e eu não queria ver. O que mais me corrói é saber que tudo isso poderia ser evitado se eu tivesse ouvido minha intuição e minha lógica e não ter dados ouvidos ao estúpido – e estúpido, e estúpido, e estúpido – coração.

Sempre ele, não? Quando será que ouvir mesmo os sentimentos valerá a pena?

O que resta, de todos os esses momentos, as mil fotografias, as quinhentas conversas é um adeus. E um restinho de amor que se transformou em pena e nojo. Por você, sua personalidade, caráter e todas as moléculas que compõe o que você é. Talvez uma metamorfose resolva tudo que anda desencaminhado em você. E ai, meu caro, a tal evolução darwiniana faça algum jus e te transforme em uma pessoa de verdade. Daquelas com compaixão.

“Orgulho e Preconceito” de uma forma inédita

Impossível não conhecer a obra Orgulho e preconceito da britânica Jane Austen. A história mostra a maneira com que a personagem Elizabeth Bennet lida com os problemas relacionados à educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Elizabeth é a segunda de 5 filhas de um proprietário rural na cidade fictícia de Meryton, em Hertfordshire, não muito longe de Londres. Apesar de ser uma obra de 1813, ela é muito atual. Foi exatamente isso que fez a talentosa Ashley Clements recriar a obra no formato de vlogs curtinhos de 3 minutos. São 100 episódios que você assiste num dia e fica apaixonada. É MUITO divertido, sem contar que imerge totalmente em um dos clássicos da literatura mundial! 

“Ainda pior que a convicção do não….

ainda pior que a conviccao

… é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.”

 Sarah Westphal

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