Recomeço

texto sem nome

É muito mais fácil entregar-se á qualquer dor efêmera que nós julgamos ser eterna. É muito mais fácil ficar prostrado diante de algo que nós – repito – julgamos ser eterno sem o mínimo de ação. É muito mais fácil cruzar os braços e ficar paralisado. Mas, como já é de desconfiar, o caminho mais fácil é o mais traiçoeiro.

O caminho mais fácil é o que te leva direito para o fundo do poço. Sem a mínima chance de se recuperar ou sair dele. É tão descomplicado. Deitar em um quarto escuro e vivenciar mil vezes o problema e encarnar a mocinha sofrida. O caminho mais árduo é o mais recompensador. É difícil? E como! Mas são os empecilhos que nos fazem crescer. É nos perregengues que nós conseguimos amadurecer. Frase clichê de livro de auto-ajuda, não? Mas é a mais pura verdade. Tentei não usar nenhuma metáfora, mas não consigo esquecer daquela frase batida mas tão útil: “até um pé na bunda te empurra para frente”.

É com as lágrimas e nos momentos mais complicados que nós temos que arranjar uma força sobrenatural e seguir em frente. Pegar uma experiencia tão ruim e transforma-la em motivação para crescer. Quantas pessoas conhecidas por ai não se tornaram quem são por causa disso?  Se elas conseguem, por que não nós? Ou melhor, eu?

É. Esse texto é um auto-ajuda para mim mesmo. Para ver se eu paro de molengar um pouco e cresço com essa fase ruim que anda me perseguindo.

Para ler no futuro e me mostrar que eu consegui sim e cresci com toda essa tempestade.

Que assim seja.

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