Metade

 os dois lados da moeda

Acho que nem trinta anos dizem da personalidade da pessoa, quem dirá cinco. Te conheço a todo esse (pouco) tempo, e ainda sim tentei fazer o que quase toda pessoa que escreve faz: analisar. Gestos, olhares, toques, falas. Li todas as entrelinhas. Achei defeitos. Perdoei todos e tentei ver o melhor que você tinha a oferecer. Sempre fui assim, e quero continuar sendo. Vejo o melhor que a pessoa tem a oferecer, mesmo sabendo dos riscos. Sempre quero ser a pessoa que estenderá a mão e fará o bem. Independentemente dos “alheios”. Se das pessoas que eu fiz sorrir e abri os braços para chorar nele, um porcento fazer o mesmo me sinto satisfeita. É clichê, mas é verdade. Mas, esse meu lado tem um porém. Se de um lado existe uma eu amorosa, carinhosa e que não espera nada em troca, do outro lado da moeda existe uma eu não tão amigável, orgulhosa e analisadora. Faço, mas só faço até não me prejudicar. E foi isso você me fez… me decepcionou. Justo eu, que demoro tanto tempo pra confiar em alguém, trair minha confiança, fazer joguinhos e brincar com sentimentos é a mesma coisa que me apunhalar pelas costas. Talvez um sentimento que eu defina o que eu sinto de você é dó… talvez eu sofra um pouquinho, mas no final das contas quem perdeu alguém que faria de tudo para tirar um sorriso do seu rosto foi você.

2 comentários em “Metade”

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