Morno

morno

Noite escura, céu sem estrelas e silêncio, na cama apertada se espremiam duas pessoas habitando dois corpos distintos, diferentes, e cansados, tentando descansar a mente atormentada, cansada, confusa. Era uma noite de verão que fazia uns vinte e oito graus mas naquele ambiente predominava o frio. Café gelado de uma noite mal dormida. Mãos geladas. Lábios gelados. Corpo gelado. Toques gelados. Amor frio, como aquele restinho de café que sobrava naquela xícara vermelha. Resto, talvez tudo se perdesse, esfriasse, endurecesse, e permanecia com um ponto final, parado, estático… morto.

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