Eu lírico

eu lirico
Madrugadas sugam meu pudor e felicidade. A solidão se entrelaça a desinibição em textos que mais soam como confissões. Em palavras consigo me despir da vergonha e meu interior se liberta de convenções que ele tanto insiste em participar. Liberto do cárcere meus sentimentos e por mais que exclame tanto por eles em linhas em mais linhas, travo uma batalha para não deixa-los me dominar quando a madrugada acaba.

Talvez eu não esteja pronta para me entregar a mim mesma.

Tenho tantos eus escondidos que nem eu mesma tenho força para aguentar ou coragem para expor.

Talvez essas madrugadas são suficientes para para que eu possa me expressar um pouquinho, numa página anônima qualquer fingindo ser uma pessoa anônima qualquer… sendo legitimada apenas pela genuinidade do que eu sinto.

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