Rodapé

RODAPE

Provavelmente eu não serei honesta com você. Não afirmo tal pensamento com absoluta certeza, já que essa atitude se sustenta em uma possível convicção de um possível fato. Costumo errar em circunstâncias que envolvem a clareza de sentimentos (eles nada nítidos, como sempre).

Talvez eu use dessa sinceridade para tecer quatro ou cinco linhas de algo que poderia ser vomitado em algumas dezenas de páginas. Assumo meu egoísmo pela embriaguez do meu amor e pelos subterfúgios que eu exploro no estereótipo que criei em você. Ajo como uma perversa e corrompo o último gole de dignidade nos devaneios que te envolvem, o que costuma atenuar minha culpa e intensificar o estranho fato de amar. Doentiamente, te amo. Egoistamente, mas te amo. Encontro no mas, meu amor. E, sem nenhuma resposta e possivelmente nenhum refúgio, te amo.

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