Um livro por semana

Aê! Fazia um tempinho que eu não falava sobre livros, não? Decidi mudar essa situação, e como estou de férias resolvi ler um livro por semana e falar dele aqui. Gosto de todos os gêneros possíveis, então prepare-se para uma diversidade de temas. Tem para todos os gostos. O de hoje é um desses. Algumas leitoras vão torcer o nariz, mas pensei nas que curtem esse tipo de conteúdo para sugerir um dos livros mais ricos e abrangentes em conhecimento que eu já li: O história da Arte, do Ernst Hans Gombrich.

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O autor é um  mais importantes historiadores da arte do século XX. O livro foi feito em 1950 e até hoje é uma bíblia para quem quer entender sobre a arte. Desde a minha viagem por Florença, eu não sabia quase nada e nem me interessava pelo assunto. Quando eu vi de perto a Capela Sistina, os detalhes milimétricos do Davi e as obras incríveis do Botticelli minha mente abriu e me mostrou um novo mundo muuuuito interessante. A linguagem fácil e nem um pouco rebuscada é própria para nós, adolescentes. Muito tranquilo de ler.

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O diferencial do livro, que apesar ter quase mil folhas, metade dele é composto de imagens para ilustrar o momento em que o autor retrata. Ele abrange da pré-história até o modernismo. Dá para perceber pela foto aqui pela diferença da grossura e cor das folhas. (Minion participou da sessação de fotos <3).

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O livro é divido em capítulos de mais ou menos 38 páginas, mas varia conforme a importância de determinado movimento. O Ernst era um estudioso do movimento renascentista, então obviamente o capítulo é maior e completo. Para quem ama arquitetura, o livro fala sobre ele de uma maneira especial e e como no resto do livro, simplificada e nem um pouco densa.

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O que eu mais gostei no livro também, é que ele relaciona os momentos históricos a determinados obras. Além de falar sobre arte, é uma baita aula de história. Nem preciso dizer como isso ajuda a aprender e complementar muito as matérias na escola, né? Pensando um pouco mais adiante, citar movimentos artísticos ou saber relacionar-los aos fatos históricos, ajuda e muito a dar uns pontinhos na redação, ou até mesmo a acertar uma questão na Fuvest, Uel, UFU e muitas outras universidades que cobram pesado nesse quesito.

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Como vocês já devem ter imaginado, o autor não é brasileiro, então os movimentos marcantes daqui da nação tupiniquim, como expressionismo, fauvismo, cubismo, ou futurismo (quantos ismos, hehe) não são detalhados. Mas, como grande parte dos tais movimentos derivam de inspiração gringa, é legal saber o que inspirou Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral entre outros.

Para quem gosta de arte, se interessa pelo assunto e quer aprender mais, é um prato cheio para iniciar em um assunto que sempre tem algo para complementar. Quem já está preocupado com vestibular, quer ter umas aulinhas particulares e se destacar na parte de humanas, também. O livro, sem duvidas, vai inflar seu cérebro e te dar uma nova perspectiva cultural.

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