Sobre o amor (ou a desilusão dele)

o amor ou a desilusão dele

Talvez a incógnita de todos os meus relacionamentos (ou pseudos) seja acreditar.

Confiar, sabe?

Me entregar, fechar os olhos, ir pela maré. Sinônimos para o que eu nunca faço. Talvez seja desconfiança demais, precavimento demais. Tento encontrar a raiz do problema, mas no final acho que tudo isso não passa de medo. Quem já passou por algum trauma amoroso sabe como é. O que uma pessoa fez se estende para todos os outros seres humanos do planeta Terra. Tenho uma teoria que todos os seres humanos são filhos da puta. É. Perdão pela expressão. E não estou xingando sua mãe. Sei lá. Já percebeu como temos tendências egoístas? No final, todo mundo quer impressionar todo mundo, fingir ser auto suficiente e exalar uma felicidade mascarada de sofrimento. Alguns mais, outros menos, mas em tese somos todos iguais (e mesmo assim tão diferentes).

Ah. Quando você encontra alguém. Conversas e mais conversas. Sentimentos começando a brotar. Ah… Pera. Barreiras. Quando o alerta do celular notifica o whatsapp e o coração começa a bater mais forte, o cérebro dá o sinal que já está na hora de parar. Depender de outra pessoa nunca é legal. Gostar de uma pessoa nunca é legal. Namorar? Agora? Melhor não. Continuar, parar? Ficar estático. E naquela filosofia: Esperar pelo pior secretamente querendo o melhor.

2 comentários em “Sobre o amor (ou a desilusão dele)”

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